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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

PRICEPE ESCURO - CÁRPATOS 01

PRICEPE ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

Ele chegou a ela na noite, um predador – força e poder marcando as suas feições. A sedução foi profunda e elementar. Ele tocou a sua alma e ela sentiu. A sua necessidade. A sua escuridão. A sua terrível solidão. Os sentidos femininos aguçaram-se e ela ansiou pela força predatória do seu corpo. Ardendo de desejo por ele. E ele apenas a tinha tocado com a mente.

Ela chegou a ele ao por do sol. E conforme a besta surgia dentro dele, ameaçando consumi-lo por inteiro, ele exteriorizou o seu desespero de séculos num grito angustiado que preencheu a noite fria. E ela respondeu, um raio de luz, penetrando na escuridão. Um anjo formoso. A sua compaixão e coragem, a sua inocência, acordaram nele uma ternura à muito esquecida. Ele sabia que tinha de a possuir, pois apenas ela era capaz de domar o seu lado selvagem e de erguer a sombra escura da sua alma. Separados sentiam-se desesperados, vazios. Entrelaçados física e espiritualmente eles podiam curar-se um ao outro e assim viver uma eternidade de noites repletas de amor.

ESCRITO POR : SILMARA


DESEJO ESCURO - CÁRPATOS 02

DESEJO ESCURO
CHRITINE FEEHAN


Havia Sangue, um rio de sangue que emanava de seu interior. Havia dor, muito dor no que se achava imerso. Não terminaria alguma vez? Milhares de cortes, queimaduras, o constante som de uma risada mofando-se dele, lhe dizendo que aquilo continuaria por toda a eternidade. Não podia acreditar que estivesse tão indefeso, não podia acreditar que sua incrível força e seu magnífico poder se esgotaram, deixando reduzido a esse miserável estado. Enviou uma chamada mental atrás de outra de noite, mas nenhum dos de sua espécie veio a lhe ajudar. A agonia continuava, implacável. Onde estavam? Sua família? Seus amigos? Por que não vinham e acabavam com isto? Tinha sido uma conspiração? Tinham-no deixado deliberadamente em mãos destes açougueiros que usavam suas facas e tochas com tal deleite? Tinha sido alguém conhecido quem lhe tinha traído, mas sua memória estava curiosamente debilitada, apagando-se devido a interminável dor.

OURO ESCURO - CARPATOS 3

OURO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

Era um homem… ou um milagre? Alexandria Houton sacrificaria qualquer coisa até a própria vida para proteger o seu pequeno irmão órfão de pai e mãe. Mas quando se encontram com o mal absoluto nas brumas de S. Francisco, Alex apenas pode rezar pela sua salvação e liberdade…

E da escuridão sai Aidan Savage, uma criatura dourada mais misteriosa que qualquer outra criatura nocturna. O eterno anjo dourado salva-os de um destino hediondo. Mas Aidan é um milagre… ou um monstro? A salvação de Alex… ou o seu maior pecado? Se ela se render ao desejo selvagem de Aidan e lhe desse a luz pela qual ele anseia seria realmente possível que ele salvasse o seu irmão? Ou iria sacrificar algo mais que a sua vida?

ESCRITO POR: SILMARA

MAGIA ESCURA - CÁRPATOS 04

MAGIA ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

A noite estava viva pulsando com o pulso de incontáveis multidões . Caminhou entre eles, sem ser visto, indetectable, movendo-se com a fluida graça de um depredador da selva. Sua essência lhe invadia o nariz. Roupa perfumada. Doce. Xampu. Sabão. Álcool. Drogas. SIDA. O doce e insidioso aroma do sangue. Havia muita nesta cidade. Ganho, ovelha, presas. A cidade era a reserva de caça perfeito. Mas se sentia bem esse dia, embora o sangue lhe sussurrava, lhe tentando com a promessa de força e poder, o sedutor frenesi da excitação, absteve-se de satisfazer seus desejos. depois de tantos séculos de caminhar pela terra, sabia que as promessas sussurradas estavam vazias. Já tinha uma força e poder enormes, e sabia que o frenesi, embora podia ser aditivo, era a mesma ilusão que proporcionavam as drogas nos humanos.

DESAFIO ESCURO - CÁRPATOS 05

DESAFIO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN



Julian Savage era de tez dourada. Poderoso. Mas atormentado. Pois o caçador caminhava sozinho. Sempre sozinho, afastado dos da sua espécie, até mesmo do seu gémeo Aidan. Como o seu nome expressa, a sua existência é selvagem. Até que encontre a mulher que jurou proteger… Quando Julian ouve Deseri a cantar, as cores do arco-iris explodem nos seus nervos. As emoções bombardeiam o seu coração endurecido. E uma fome escura de a possuir invade os seus sentidos, cegando para o perigo que o rodeia. E mesmo quando Desari lhe inflama o desejo, ela atreve-se a desafia-lo – com misteriosos e sem paralelos poderes femininos. Seria Desari mais do que uma companheira perfeita? Teria Julian encontrado a sua alma gémea.

FOGO ESCURO - CÁRPATOS 06


FOGO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

Com lanterna e chave elétrica em mão, saiu arrastando-se de debaixo de um enorme ônibus turístico quando captou a primeira olhada dela. Era pequena, quase infanil. Ao princípio estava seguro de que era, no máximo, uma adolescente, vestida com calças de trabalho folgados, com um espesso cabelo avermelhado amarado trás em uma rabo-de-cavalo. Tinha a cara imunda, manchada de azeite e sujeira. Então se virou levemente, e pôde ver seus peitos firmes e presionandos contra o fino Top de algodão sob o peitilho do macacão de trabalho. Darius a olhou fixamente, extasiado. Inclusive de noite seu cabelo vermelho ondulava como chamas. Poder dizer que seu cabelo era vermelho o aturdiu. Como sombrio, depredador e imortal homem dos Cárpatos que era, não tinha visto em cores, só em branco e negro, durante mais séculos dos que podia contar.

SONHO ESCURO - CÁRPATOS 07


SONHO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN


A noite era negra, a lua e as estrelas embuçadas pelas negras nuvens que se reuniam ameaçadoras no alto. Fios de negra e brilhante obsidiana que davam voltas e se formavam redemoinhos com uma espécie de fúria, mas o vento permanecia imóvel. Os animais pequenos se acurrucaban em suas guaridas, sob as pedras e lenhos cansados, farejando o humor da terra. A névoa flutuava misteriosamente saindo do bosque, aferrava-se aos troncos das árvores fazendo que parecessem surgir da névoa. Largas e enormes bandas de brilhante branco. Redemoinhos e prismas de brilhantes cores opacas. deslizavam-se através do céu, vagando dentro e fora da cobertura aérea uma enorme coruja rodeava a enorme casa de pedra construída no alto dos escarpados.

LENDA ESCURA - CÁRPATOS 08

LENDA ESCURA
CHRISTINE FEEHAN


Desorientado, despertou profundamente enterrado na terra. A primeira sensação que sentiu foi a fome. Não era uma fome ordinária, a não ser uma que retorcia as vísceras, uma necessidade que arrepiava a pele. Estava faminto. Cada célula de seu corpo exigia nutrição. ficou ali em silêncio enquanto a fome lhe roía como se de um rato se tratasse. Atacava não só seu corpo, mas também também sua mente lhe fazendo temer por todos outros, humanos e Cárpatos por igual. Temer por si mesmo. Temer por sua alma. Esta vez a escuridão se estava estendendo rápida e sua alma estava em perigo.

GUARDIÃO ESCURO - CÁRPATOS 09


GUARDIÃO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

PREFACIO

Lucian
Walachia, 1400

O povo era muito pequeno para resistir contra o exército que avançava tão velozmente para eles. Nada detinha o passo dos Turcos Turcos. Tudo o que encontraram em seu caminho tinha sido destruído, todo mundo assassinado, cruelmente assassinado. Os corpos eram empalados em estacas afiadas e abandonados para que os carroñeros terminassem com eles. Corriam rios de sangue. Ninguém se salvava, nem sequer os meninos mais pequenos ou os mais anciões. Os invasores queimavam, torturavam e mutilavam, deixando atrás só ratos, fogo e morte. O povo estava estranhamente silencioso; nem sequer um menino se atrevia a chorar. A gente só podia olhá-los uns aos outro com desespero e tristeza. Não haveria ajuda, nem forma de deter a massacre. Cairia como tinham cansado todos os povos antes que eles ante esse terrível inimigo. Eram muitos poucos e tinham sozinho arma de camponeses para lutar contra o avanço das hordas. Estavam indefesos.

SINFONIA ESCURA - CÁRPATOS 10

SINFONIA ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

A névoa espessa tendia sua mão sobre o céu, afogando todo os sons. Afogando o som da conspiração. Do crime que espreita nas sombras da noite. De intenções escuras e malignas ocultas nos redemoinhos da bruma esbranquiçada e na mais negra penumbra. A névoa era a cobertura perfeita para o depredador, que sulcava os céus silenciosamente em busca de sua presa. Tinha passado muito tempo sozinho, longe de seus semelhantes, lutando contra a insidiosa chamada do poder, a chamada do mal que lhe sussurrava ao ouvido cada minuto da vigília.



DECIDA ESCURA - CÁRPATOS 11

DECIDA ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

Nervuras de relâmpagos iluminavam as nuvens, látegos dançantes de branca energia iluminando o céu de meia-noite. A terra retumbou e se retorceu, instável e hesitante enquanto a criatura se abria caminho através do chão até alcançar o ar, sujando instantaneamente a cada criatura vivente que tocava. Saiu murcha e enegrecida. O ar vibrou com alarme. O vampiro se colocou sobre a terra, girando a cabeça de um lado a outro, escutando, esperando, sua ardilosa mente corria, seu podre coração pulsava com uma mescla de triunfo e medo. Ele era a presa, e sabia que o caçador não estava muito longe a suas costas, justo sobre sua pista, dirigindo-se diretamente ao coração da armadilha.

MELODIA ESCURA - CÁRPATOS 12


MELODIA ESCURA
CHRISTINE FEEHAN


A necessidade se arrastava atravessando seu corpo e pulsava com ritmo em sua mente. A música rugia e bramava, enchendo o enorme bar, uma melodia estranha e compeledora tão escura e atraente como ele. As notas eram arrancadas das profundidades de sua alma, surgindo através de seus dedos até o violão embalado entre seus braços como se embala a uma mulher. A música era uma das poucas coisas que lhe recordavam que estava vivo e que não era um dos não–mortos. Podia sentir as olhadas, embora nunca elevava a vista. Podia ouvir a respiração da multidão, o ar movendo-se através de pulmões com a força de um trem de mercadorias. Ouvia o fluxo e vazante do sangue nas veias, chamando, uma suave sedutora, tentado seus sentidos até que seu desejo era uma obsessão tão escura e implacável como a sombra que atravessava sua alma.

DESTINO ESCURO - CÁRPATOS 13


DESTINO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN


Ela despertou sabendo que era uma assassina e que mataria novamente. Era a única razão pela qual continuava sua existência. Era para o que vivia. Para matar. Dor e fome se arrastavam por seu corpo interminavelmente, implacavelmente. Estava muito quieta com a terra a seu redor e com o olhar para o céu noturno infestado de estrelas. Havia um frio penetrante. Ela estava fria, o sangue que fluía por suas veias era como água gelada, como ácido, de tão frio. - Se me chamar a você. Não sentirá mais frio..

FOME ESCURA - CÁRPATOS 14

FOME ESCURA
CHRISTINE FEEHAN


Juliette irrompeu nas instalações do Centro Morrison no meio da selva com a intenção de libertar os animais cativos ali e submetidos a todo tipo de torturas. O que não esperava era encontrar a um homem igualmente torturado e quase morto que beberia seu sangue.

SEGREDO ESCURO - CÁRPATOS 15

SEGREDO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

PREFACIO

- Vamos, Colby. - chiou o Xerife Ben Lassiter, sentindo-se como um parvo correndo junto ao trator. - Tem que ser razoável. Baixe essa maldita coisa e me escute uma vez em sua vida. Está sendo teimosa! O antigo trator se bamboleava pelo terreno, lançando nuvens de poeirenta terra sobre o imaculado uniforme do Ben. Colby esperou até que ele estivese totalmente sem fôlego e em completa desvantagem antes de desligar o trator e sentar-se olhando para o campo. Muito lentamente se tirou as luvas de trabalho de pele. - Estes me cansando destas visitas, Ben. Você de que lado está, de todos os modos? Conhece-me. Conhecia meu pai. A família Chevez não pertence a este lugar e certamente não têm direito a tentar me obrigar a lhes entregar a meu irmão e minha irmã. Ben se sacudiu o pó que lhe cobria, chiando os dentes com frustração. Tomou vários profundos fôlegos antes de responder. - Não digo que esteja bem, Colby, mas a família Chevez tem aos irmãos Da Cruz de sua parte, o que significa um montão de dinheiro e poder. Não pode lhes ignorar sem mais. Não vão largar se. Tem que falar com eles ou vão levar te aos tribunais. A gente como os irmãos Da Cruz não perdem nos tribunais. - Levantou as mãos para agarrar sua pequena cintura antes de que pudesse saltar do trator por si mesmo. Resistindo a urgência de sacudi-la para lhe inculcar um pouco de sentido comum, baixou-a com facilidade, retendo-a durante um momento. - Tem que fazê-lo, Colby. Digo-o a sério, carinho, não posso te proteger dessa gente.

DEMÔNIO ESCURO- CÁRPATOS 16

DEMÔNIO ESCURO
CHRISTINE FEEHAN

Desde que se consegue lembrar, Natalya sempre lutou com demónios: primeiro em forma de pesadelos infantis, e depois mais tarde contra criaturas imortais que caçam e matam os inocentes – incluindo o seu próprio irmão gémeo. Sejam cárpatos ou vampiros, ela caça todos os que matam pela noite dentro e não têm quem a iguale nesse papel – até que é seduzida por aquele a quem considera um inimigo…

Como cárpato que já viu de tudo na sua existência eterna, Vikirnoff pensava que já não poderia ser surpreendido – até que encara a mulher cujas capacidades rivalizam com as suas na caça aos vampiros… Uma guerreira formidável e dotada por seu direito próprio, Natalya tem uma natureza que é estranhamente familiar – e no entanto distante – à sua própria. Quem será esta estranha mulher que não teme ninguém – nem sequer a ele? Natalya pode ser a chave para a sobrevivência dos cárpatos, mas Vikirnoff apenas tem uma certeza… ela é a chave para o seu coração e alma…

RESENHA ESCRITA POR: SILMARA


CELEBRAÇÃO ESCURA - CÁRPATOS 17

CELEBRAÇÃO ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

Numa época festiva de Natal, os Cárpatos espalhados pelo mundo decidem juntar-se ao seu príncipe nesta celebração e assim unir as suas forças, as suas almas e os seus poderes de modo a introduzir um pouco de luz na escuridão que se adivinha perto, mesmo com a proximidade cada vez mais perto dos seus inimigos.

Pela primeira vez em séculos de existência, os habitantes lendários das montanhas cárpatos reuniem-se para uma celebração sensual e bem humorada de exibição de personalidades tão diferentes e com objectivos tão comuns.

POSSEÇÃO ESCURA - CÁRPATOS 18

POSSEÇÃO ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

Manolito De La Cruz despertou em baixo da Terra escura com seu coração batendo, lágrimas listrando seu rosto e o pesar o subjugando. Uma mulher está desesperada seu grito ecoado em sua alma, rasgando ele, repreendendo ele, desenhando ele em volta da extremidade de um grande precipício. E ele estava sofrendo fome. Toda célula em seu corpo almejou sangue. A fome ajuntando nele com garras impiedosas até uma névoa vermelha cobrir sua visão e sua pulsação martelando com a necessidade de alimento imediato. Desesperado, ele esquadrinhou a área acima de seu lugar de descanço para a presença de inimigos e,não achando nenhum, estoure pelas camadas ricas de terra, no ar, seu coração que troveja em suas orelhas.

MALDIÇÃO ESCURA - CÁRPATOS 19

MALDIÇÃO ESCURA
CHRISTINE FEEHAN

O frio devia ter feito seu calafrio, mas era medo, osso terrível-gelando medo que ocupou Lara, Causando tais tremores que eles eram impossíveis controlar. Ela se amontoou no chão da caverna de gelo, estudando As paredes de sua prisão. O gelo era bonito, paredes espessas e azuis com enforcamento de formações surpreendente de O teto e subindo do chão gosta de uma floresta de cristal multicor. Ela curvou abaixo, assistindo as luzes chamejam através do gelo—criando reluzindo, deslumbrando exibições nas paredes. O tempo todo, sua batida de coração Muito rápida e ela sufocou em terror nascente.